19.03.2020 | Com o agravamento da pandemia, tivemos que interromper a viagem pela Índia no meio do caminho e repensar nosso roteiro. Conversamos bastante com outros viajantes, lemos muitas notícias e resgatamos também nossas experiências passadas e, assim, ficou fácil escolher nosso refúgio na pandemia: Tailândia 🇹🇭😊
Além das praias paradisíacas, outras razões que nos levaram a escolher o país foram: isenção de visto para brasileiros (inicialmente 3 meses), povo acolhedor, país relativamente barato e muito seguro. Além disso, o sistema de saúde privado da Tailândia é de primeira linha e teríamos acesso a ele com nosso seguro viagem. Os hopitais e o serviço médico realmente impressionam e fazem com que o país seja um dos principais destinos quando se fala em “turismo médico”.
Escolher o lugar em que nos estabeleceríamos na Tailândia também não foi difícil. Seguimos a dica de um amigo alemão que tinha passado umas semanas na ilha de Koh Lanta, em Krabi no sul do país, e fomos direto pra lá. Koh Lanta é uma ilha relativamente grande se comparada às outras ilhas do país, tem cerca de 30 mil habitantes e é bem menos turística que as famosas Phi Phi, Samui e outras. Por lá a vibe é ainda mais tranquila e as acomodações mais baratas, um lugar onde você realmente se sente em casa.
Sendo assim, pegamos o voo de Jaipur para Bangkok e de lá voamos direto para Krabi, o aeroporto mais próximo do nosso destino final. Para ir do aeroporto à ilha, pegamos uma van e, durante o trajeto, que leva cerca de 2 horas, conhecemos outros viajantes que estavam em situação parecida. Eles já tinham alugado apartamento num condomínio com piscina e colado na praia, que parecia um ótimo lugar para ficarmos “parados” por algumas semanas. Anotamos a recomendação, trocamos telefones e seguimos em direção à pousada que tínhamos reservado para os primeiros 5 dias de ambientação na ilha.
Nossa chegada em Koh Lanta foi no início de uma tarde ensolarada bem quente. Deixamos nossas coisas no quarto e fomos almoçar num restaurante pé na areia, abrigados na sombra de uma grande árvore. Ali no restaurante, curtindo a brisa do mar, a linda vista e a incrível hospitalidade dos tailandeses, tivemos certeza absoluta de que a escolha feita tinha sido muito acertada. As fotos podem expressar um pouco melhor a nossa sensação. 😍


Nossos primeiros dias em Koh Lanta foram divididos entre buscar um lugar para “morar”, praia, refeições à beira mar e corridinhas curtindo o incível pôr do sol sobre o mar. Por fim, a melhor opção que encontramos foi o Sai Naam Lanta Residence, o condomínio recomendado pelos europeus que encontramos na van. Além do quarto e banheiro, nossa casinha tinha uma pequena cozinha, sala e o principal: uma varanda que dava direto na piscina. 😎 Inicialmente negociamos o aluguel por três semanas, ainda acreditando que a situação iria melhorar rapidamente… As três semanas aos poucos viraram três meses e nós curtimos cada momento nesse paraíso. 😊




O condomínio não era muito grande. Ao todo eram cerca de 20 apartamentos / casas, sendo que a maioria estava vaga, já um reflexo da pandemia. Os imóveis ocupados eram todos de estrangeiros que também tiveram sua viagem interrompida de alguma forma. Nos primeiros dias todos estavam mais cautelosos e tivemos pouca interação, mas aos poucos alguns foram se soltando e assim as amizades surgiram. Como todos estavam fazendo quarentena no mesmo lugar e com quase nenhuma interação com pessoas de fora (a ilha ficou um bom tempo fechada para novos visitantes), depois de umas semanas nos sentimos mais confortáveis para interagir com as pessoas.
Dentre os estrangeiros que estavam ali, os que mais nos relacionamos foram:
- Angel, Dave e Bob: eles que nos recomendaram o condomínio. O Dave e o Bob são ingleses e a Angel espanhola. O Dave e a Angel são um casal e o Bob um amigo de infância do Dave. Como boa latina, a Angel não perde a oportunidade de conversar e fazer amigos. Íamos juntos à feira, mercado e também desbravamos praias da ilha com as nossas motinhos. Juntos também fizemos aula de culinária e colocamos algumas receitas em prática. Mas o nosso principal ponto de encontro era a piscina, por onde eles chegavam até a nossa varanda e ali passávamos boa parte do dia, conversando e jogando cartas. 😊
- Kaisa, Heigo e Luca: A Kaisa e o Heigo são um casal de estonianos, que estava fazendo uma viagem pela Tailândia para fugir do rigoroso inverno nórdico. Eles são pais do pequeno Luca, de 1,5 ano, que divertia nossas tardes na piscina e sempre vinha até a nossa varanda no meio da tarde já esperando pela fruta do dia. 😍 Com eles também fizemos almoços e jantares e o Heigo nos introduziu às aulas de Muay Thai.
- Angelique e Xavier: Casal de franceses que viaja o mundo de bicicleta e estavam sempre dispostos a inventar algo novo pra fazer. De conversas para treinar alemão até apresentações sobre a viagem deles, passando por discussões de planejamento financeiro e carreira… 😅
- Manon e Louis: Mal interagimos com eles enquanto estávamos no condomínio, só sabíamos que eram franceses e os víamos jogando Uno vez ou outra em um dos cantos da piscina. A Manon e o Louis ficaram pouco tempo no condomínio, pois saíram para fazer trabalho voluntário em um abrigo de cachorros. Mas o destino fez com que nos encontrássemos novamente em Koh Samui e acabamos virando grandes parceiros de viagem (tema dos próximos posts).
- Karen, Patrick, Rafa e Gu (A Família Nômade): Família de brasileiros que ficou a maior parte da quarentena em Pukhet, mas mudou para o nosso condomínio nas duas últimas semanas em que estávamos por lá. Com eles também curtimos muito a piscina e a Rafa, então com 3 anos, não largava a Tia Gabi. 😍
Nossa vida durante esses três meses em Koh Lanta seguia uma rotina, algo que não tínhamos desde que saímos do Brasil. Aproveitamos para cozinhar muito e comer de forma mais saudável e também colocamos as leituras e as atividades físicas em dia.
O dia começava com o canto dos passarinhos e um tranquilo café da manhã à beira da piscina e normalmente terminava com corridas no final da tarde acompanhadas de incríveis pores do sol no mar, dentre os mais lindos que já vimos. 🌅😃











Outra parte “difícil” da nossa rotina era passar as tardes na piscina, conversando e jogando carta com nossos vizinhos. As manhãs de quinta também já tinham programação definida: ir à feira, o que pra mim (Gabi) era um super passeio. A feira era um lugar bem simples e muito frequentado pelos locais, uma ótima oportunidade de interagirmos com a comunidade. Além disso, a cada semana descobríamos novos legumes, temperos e frutas, já que a disponibilidade ia variando de acordo com época.
Aproveitamos as fotos abaixo para mencionar uma curiosidade – a população de Koh Lanta é majoritariamente muçulmana, diferentemente do resto da Tailândia que é budista. Isso se deve ao fato da ilha se localizar próximo a Malásia. É muito comum ver mulheres usando lenço para cobrir o cabelo, ainda que de uma forma muito menos rígida.





Era às quintas-feiras também que buscávamos nossas encomendas no Fruit Tree Coffee Shop e assim garantíamos um café da manhã mais reforçado para o final de semana. Sempre pedíamos o iogurte natural e a granola caseira, que era maravilhosa. Às vezes um muffin ou brownie também entravam na lista. Tudo uma delícia! 😋
Claro que as lives musicais, lives de aula de dança com minha grande amiga Isa (@boateclass), yoga online e muitos calls com os amigos e família também fizeram parte da nossa quarentena. Fazer pão também virou minha especialidade e toda semana saia uma “fornada”. Na verdade, no nosso caso o escolhido foi o pão pita, que pode ser assado na frigideira – na Tailândia as cozinhas mais básicas não são equipadas com forno. Ficava uma delícia e, pra acompanhar, o James aprendeu a fazer o tzatziki (molho grego à base de iogurte, pepino e hortelã) e assim seguíamos viajando e também matandos as saudades de lugares que estivemos através da comida.



Também tivemos comemoração de aniversário na quarentena. No dia 20 de abril, em mais um lindo dia de sol em Koh Lanta, começamos as comemorações dos 35 anos do James com ligação da família e um banho de mar revigorante. Depois tivemos um almoço espanhol junto com a Angel e o Dave. O James preparou “gambas al ajillo” (camarão com alho) e a Angel levou tortilla espanhola e nós duas preparamos uma torta banoffee para cantar os parabéns. Tudo uma delícia! Um aniversário sem festa, mas ainda assim bem especial. 🎂🎉




No início de maio as comemorações foram pelo aniversário de casamento. Pra celebrar os 5 anos do nosso 02.05.15, curtimos mais um lindo pôr do sol no mar e depois preparamos um delicioso jantar em casa. Dessa vez o cardápio foi tagliolini ao molho de tomate, camarões, limão siciliano e rúcula, prato que comemos muito no Due Cuocchi, restaurante italiano de SP. Depois de meses no calor só tomando cerveja, aproveitamos a ocasião para tomar um bom vinho tinto e assim tornamos essa comeração bem especial, mesmo sem sair de casa. 😍


Em meados de maio, passados cerca de 2 meses na Tailândia, depois de uma quarentena muito restrita e respeitada, em que as pessoas não podiam nem viajar de um município ao outro e estrangeiros estavam proibidos de entrar, a situação começou a ficar cada vez melhor no país. Assim, os restaurantes e o comércio puderam aos poucos reabrir e nós também nos sentimos mais à vontade para explorar a ilha.
Alugamos nossas motinhos e fomos conhecer as praias localizadas mais ao sul da ilha. 🛵😎 Se a Long Beach – praia onde estávamos hospedados – já era linda, as praias do sul são realmente paradisíacas. Paramos para um mergulho nas praias de Nui Bay e Bamboo Beach, bom demais! Pelo caminho também se encontram mirantes e restaurantes com lindas vistas, mas infelizmente a maioria deles seguia fechado. Outra grande atração da ilha que permaneceu fechada foi o Mu Koh Lanta National Park, o parque nacional da ilha que abriga lindas praias, mirantes e trilhas. O lado bom disso é que assim ainda nos restam lugares para conhecer e bons motivos para retornar a Koh Lanta. 😉





Outro progama que fizemos com nossos parceiros de quarentena foi uma aula de culinária. A comida tailandesa é uma grande atração e, por conta disso, muitos turistas aproveitam para aprender algumas receitas durante a visita ao país. Há escolas por toda a parte. Fizemos contato com a Sukho Cuisine Thai Cooking School, escola que ficava praticamente em frente ao nosso condomínio. Por conta da falta de turistas a escola seguia fechada, mas o Chef Pak se animou quando entramos em contato e fez uma aula particular para o nosso pequeno grupo. 😁
Chegamos na escola às 11h da manhã, fomos recebidos com um chá gelado de Butterfly Pea, uma flor da região. Sentamos à mesa para uma conversa de noções gerais sobre a culinária tailandesa e revisar as receitas que iríamos preparar. Depois, a aula começou da melhor forma, com degustação. Pak nos serviu o Miang Kham, uma entrada simples de ser preparada, mas complexa em seus sabores – um dos meus pratos favoritos! O Miang Kham consiste de uma folha local onde vários ingredientes são combinados e comidos de uma vez só, como se fosse um mini wrap. 😋
Depois desse começo surpreendente, colocamos nossos aventais e agora a responsabilidade de preparar pratos saborosos era nossa. De entrada, preparamos dumplings recheados com porco e camarão e cozidos no vapor. De prato principal cozinhamos o tradicional Pad Thai com camarões e Massaman Curry de frango. Modestia à parte, os pratos ficaram deliciosos e ao fim da aula tivemos um almoço bem saboroso, com gostinho especial. Além disso, ainda fomos pra casa com mais umas refeições na marmita. 😁
No outro dia pela manhã, o Pak ainda topou ir conosco fazer a tradicional feira de toda quinta. Foi muito bom ir com alguém que conhece as frutas, verduras e temperos e pode nos explicar como preparar tantos ingredientes que até então eram desconhecidos para nós.






Uma aula que também se torna uma grande experiência para os estrangeiros é a de Muay Thai, a arte marcial desenvolvida no país há cerca de 2 mil anos e que, assim como a culinária tailandesa, aos poucos se espalhou pelo mundo. Nosso vizinho estoniano, o Heigo, frequentava algumas academias e convidou o James para conhecer também. Na primeira aula ele voltou para casa pingando e muito cansado, mas tava vivo, hehehe. Com isso, criei coragem para ir a uma aula também e assim praticamente nos naturalizamos tailandeses. 😂




A data de partida dos nossos grandes parceiros dessa quarentena estava chegando – no dia 6/junho a Angel e o Dave voariam para a Inglaterra. Então, aproveitamos o último final de semana deles na ilha e fomos explorar a região de Old Town. Como o nome sugere, a área contempla a cidade velha, uma vila de pescadores onde estão várias lojinhas e restaurantes. Por conta da pandemia, muitos estabelecimentos estavam fechados, mas a região é uma graça e deve entrar no roteiro de quem visita Koh Lanta. Para finalizar o dia, paramos no caminho para curtir mais um lindo pôr do sol. 😊







Para conhecer as praias mais afastadas dos arredores de Koh Lanta, fizemos um passeio de long tail, o tradicional barco da Tailândia. Dessa vez, nossos companheiros foram a família de brasileiros que se mudou para Koh Lanta no início de junho, quando o deslocamente entre as cidades voltou a ser liberado, e viraram nossos vizinhos de porta.
Saímos de manhã, nos amontoamos em 6 num tuktuk e fomos até o píer de Saladan, onde encontramos o capitão e embarcamos. O dia estava ensolarado e as praias de água cristalina ficaram ainda mais lindas. Sem falar nos paredões de rocha que brotam do mar, daquelas paisagens incríveis que só o Sudeste Asitático proporciona. Paramos em uma dessas ilhotas de rocha, onde visitamos uma caverna. Pra nos refrescarmos depois da escalada, o barqueiro nos levou até um ponto lindo, de água verde esmeralda onde ficamos mergulhando.








A hora do almoço de aproximava e nosso destino para a refeição era a pequena ilha de Koh Lanta Noi, que faz parte do arquipélago de Koh Lanta. Geralmente, quando se fala sobre Koh Lanta, a ilha em questão é Koh Lanta Yai, uma das maiores do arquipélago, onde moramos e onde se concentram grande parte da população. Nos vilarejos da pequena Koh Lanta Noi vivem cerca de 5 mil habitantes, um lugar bem calmo e tranquilo.

Por lá, almoçamos no Krua Rim Lay (no maps – ร้านครัวริมเล), tudo organizado pelo nosso barqueiro que era nativo e então tinha propriedade para recomendar os restaurantes da região. O lugar era super simples, um ambiente familiar com comida local deliciosa e de frente para o mar, perfeito para o momento! 😉
De volta ao barco, seguimos até a pequena ilha de Bu Bu, para um último banho de mar. O barqueiro comentou que geralmente para por lá para os clientes tomarem um drink, mas por conta da pandemia o bar dessa ilhota estava fechado e aparentemente éramos os únicos a passear no local naquele momento. Também é possível se hospedar em alguns bungalows dessa pequena ilha. Nada mal!






No trajeto de volta ao píer de Koh Lanta passamos pelos estreitos canais do rio Lat Bo Nae, habitados por uma pequena população ribeirinha que vive com muita simplicidade, mas tem o privilégio de acordar e dormir literalmente sobre a água. Muito lindo explorar esses cantinhos de Koh Lanta antes de volta e ficamos ainda mais apaixonados por essa ilha. Vale mencionar que a partir de Koh Lanta também é possível ir até Phi Phi com o long tail, mas nessa época do ano, por conta da temporada de chuvas o mar também fica mais agitado, então os barqueiros evitam o trajeto.


Passados cerca de 3 meses de atividades turísticas suspensas, em junho o mergulho voltou a ser liberado na ilha. Nessa época do ano, os melhores pontos de mergulho (Koh Haa) ficam fechados, pois o governo aproveita a baixa no turismo causada pela estação chuvosa, para fechar o Parque Nacional de Koh Lanta para preservação da àrea. Ainda assim, não pudíamos perder a oportunidade de matar a saudade do mundo subaquático e aproveitamos para comemorar o dia dos namorados de uma forma diferente. 😁
O dia 12.06 amanheceu meio nublado e o mar estava mexido. Por conta disso, a visibilidade do mergulho ficou um pouco comprometida, mas só a sensação de estar debaixo da água e explorando mais um ponto de mergulho depois de uns 5 meses, já fez o passeio valer à pena. No decorrer da manhã, o céu foi abrindo e o segundo mergulho já foi bem melhor e a paisagem ficou ainda mais linda!







Além das lindas praias e passeios que Koh Lanta proporciona, também vale registrar alguns dos restaurantes que conhecemos ao longo desses 3 meses que moramos na ilha. Por conta da pandemia, alguns só conhecemos na modalidade de delivery, mas nem por isso deixaram de entrar na lista dos favoritos. São eles:
- Red Snapper – Fusion, uma mistura de pratos tradicionais da culinária europeia com um toque bem asiático, muito saboroso!
- Le Colibri – Massas caseiras e aquela pizza bem fininha que foi a nossa janta padrão em muitos domingos.
- Sole Mare Pizzeria – Restaurante italiano, serve massas e pizzas. Em tempos de delivery, também virou tradição pedir a deliciosa pizza de lá aos domingos.
- Sweet & Sour – Restaurante familiar, um lugar simples e comida saborosa, ótimo para um almoço thai entre uma praia e outra.
- Loro Loco – Restaurante vegetariano, suas pizzas são muito bem avaliadas, mas não provamos. O que podemos confirmar é que os hummus e faláfel deles são deliociosos, ficava perfeito com o pão pita caseiro que fazíamos.
- Patty Secret Garden – Além dos pratos tailandeses, os grelhados do Patty também são muito bons. Pedimos algumas vezes o hambúrguer deles, bem caseiro e saboroso. Vale mencionar também o ambiente à beira-mar.
- The Garden Restaurant – Ótimo para almoço e jantar, o The Garden tem um pouco de tudo, de pratos tailandeses a pizza e schnitzel, tudo muito bom. Meu favorito era o poke de salmão.
- Tuesday Morning Small Talk Caffee – Perfeito para um café da manhã bem demorado à beira mar
- Kindee – Thai fusion, comida muito boa, ótima complexidade de sabores. Um ambiente clean, mas um pouco mais arrumado, ótimo perfeito para um jantar especial na ilha.
Depois de passar tanto tempo juntos e compartilhando a rotina, a cada partida era um misto de saudades / celebração, mas também motivo de comemorar os grandes amigos que fizemos nesse momento diferente. A primeira delas foi da Angel, Dave e Bob – além de comemorar a amizade essa teve um gosto bem especial, pois foi a primeira janta fora depois de meses. Fomos no Kindee, ambiente super agradável e comida deliciosa! Em nosso último sábado no condomínio, que foi nossa casa durante três meses, preparamos um almoço tailandês para os amigos que ainda estavam por lá. Por fim, na terça-feira 16/06/2020, véspera da nossa partida, a Kaisa, Heigo e o Luca receberam a turma remanescente para jantar na casa deles. Assim, fechamos as despedidas com a certeza de que os amigos que fizemos ajudaram a tornar esse momento mais leve e especial. Agora fica a promessa de novos encontros em um futuro próximo. 🙏😊



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